Não somos violentos, nossa mente que vive em constante conflito

  • Dr. Fabiano de Abreu Agrela Rodrigues

Resumen

Estamos em constante conflito mental, temos menos momentos de felicidade e mais momentos de preocupação. Nosso instinto está sempre nos colocando em prontidão, trazendo memórias negativas que definem nosso posicionamento sobre a situação. A questão é que o nosso mecanismo de defesa, o sistema imunitário da psiquê, dentre nosso instinto para a sobrevivência ele tem os mecanismos de fuga, ataque ou paralisia e a escolha de qual reação ocorrerá vai de acordo com a personalidade do indivíduo, alguns, partindo para o ataque, sendo agressivos. Nosso organismo não sabe distinguir o ataque do leão da perda de emprego, como são os mesmos locais a produzir hormônios e neurotransmissores para o medo, as emoções são similares. Um acúmulo de memórias negativas acarreta no molde da personalidade e nas reações comportamentais na vida do indivíduo. Tendo a personalidade de priori, derivada da genética e da educação, uma influência determinante na reação do indivíduo. Ou seja, há uma discussão sobre sermos ou não violentos por natureza e essas são as variáveis envolvidas nessa questão. De onde vem a vontade de brigar do homem? Essa vontade tem raízes biológicas? É uma questão que coloca os cientistas em conflito. O ser humano está disposto a defender vigorosamente sua posição, a rigor ninguém sabe ao certo porque dá um soco

Palabras clave: conflito mental, instinto, hormônios, emoções

Descargas

La descarga de datos todavía no está disponible.

Citas

AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION. Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders, Fifth Edition (DSM-V). Arlington, VA: American Psychiatric Association, 2013.

BEAR, M. F., Connors, B. W., & Paradiso, M. A. Os Mecanismos da Emoção no Encéfalo. In Bear, M. F., Connors, B. W., & Paradiso, M. A. (Orgs.), Neurociências: Desvendando o Sistema Nervoso. Artmed, 2017.

BOES, A. D., Tranel, D., Anderson, S. W., & Nopoulos, P. (2008). Right anterior cingulate: A neuroanatomical correlate of aggression and defiance in boys. Behavioral neuroscience, 2008.

COCCARO, E. F., McCloskey, M. S., Fitzgerald, D. A., & Phan, K. L. Amygdala and orbitofrontal reactivity to social threat in individuals with impulsive aggression. Biological psychiatry, 2007.

GOPAL, A., Clark, E., Allgair, A., D’Amato, C., Furman, M., Gansler, D. A., & Fulwiler, C. Dorsal/ventral parcellation of the amygdala: Relevance to impulsivity and aggression. Psychiatry Research: Neuroimaging, 2013.

PARDINI, D. A., Raine, A., Erickson, K., & Loeber, R. Lower amygdala volume in men is associated with childhood aggression, early psychopathic traits, and future violence. Biological psychiatry, 2014.

Publicado
2022-08-31
Cómo citar
Agrela Rodrigues, F. de A. (2022). Não somos violentos, nossa mente que vive em constante conflito. Ciencia Latina Revista Científica Multidisciplinar, 6(4), 2800-2811. https://doi.org/10.37811/cl_rcm.v6i4.2799
Sección
Artículos

Artículos más leídos del mismo autor/a